Gina Rodriguez Brasil » entrevista

Gina Alexis Rodriguez é uma atriz americana de origem Porto-riquenha que tornou-se mais conhecida por seus papéis como Majo Tenorio no filme drama-musical Filly Brown e como Jane Villanueva na CW série de comédia-drama Jane the Virgin.

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15
November
2016

Gina Rodriguez foi um dos convidados no programa noturno ‘The Late Late Show’ com James Corden, a qual compareceu para promover Jane The Virgin.

Como esperado, durante sua entrevista Corden perguntou a atriz sobre Jane, que não é mais virgem, e a reação dos espectadores com a notícia, o que deu um gancho para que Gina falasse sobre como pode ser desconfortável perder a virgindade.

“Tivemos uma grande resposta, porque dissemos a verdade”, disse, “Perder a virgindade não é divertido, não é legal, não é maravilhoso, as borboletas não sairão por todos os lugares…”.

Gina também confessou que é desconfortável ter que fazer uma cena na cama, no entanto, neste caso, foi algo que ajudou a fazer as coisas parecerem mais reais. “As cenas de sexo não são sexy, o que é ótimo pois perder a virgindade não é sexy”.

Uma vez que a vida sexual de sua personagem é de domínio público, a atriz de 32 anos disse que muitas vezes as pessoas na rua vão até ela e de forma muito natural começam a compartilhar os seus momentos íntimos.

“É incrível como muitas vezes as pessoas vêm até mim e dizem: ” Gina, eu posso te dar um abraço? ” E eu digo,” Sim, claro. “e elas me dizem:  ‘Acabo de perder minha virgindade …”, contou.

A bela também comentou que foi dançarina de salsa por 10 anos, então aproveitou para dar algumas aulinhas para o apresentador e para a outra convidada Idina Menzel. Vamos conferir?

Via: Varietylatino.com

04
November
2016

Em uma breve entrevista com o Site Deadline, Jennie Urman contou como o ‘grande evento’ entre Michael e Jane no último capítulo irão impactar na vida de Jane, na série e no título que deverá mudar daqui pra frente.

Deadline: Por que você decidiu que esse momento – 3ª Temporada , Episódio 3 – era o melhor para Jane finalmente ter relações sexuais?

Urman: Eu sabia que seria este ano, e eu sabia que seria com Michael depois que ele havia se recuperado. Não havia mais histórias que precisávamos ou devíamos contar, pois já tínhamos presenciado a Jane em várias situações: virgem grávida, virgem com um bebê, a virgem casada, e virgem casada com um filho de um ano. Nós tínhamos extraído todo o material que derivava disso e achamos que a história estaria perdida se não avançássemos.

Deadline: Quando e por quê você decidiu que Jane perderia sua virgindade com Michael?

Urman: Desde o início, eu conheço os ‘ossos da história’ e onde para onde ela estava caminhando, e eu sabia que Jane iria se casar com Michael e ter relações sexuais com ele.

Deadline: Como será a vida de casada de Jane?

Urman: Você vai ter que esperar para ver. Eles estão muito felizes agora, e seremos capazes de explorar e acompanhar como isso significa na vida de Jane, enquanto ela e Michael passam por essa nova fase. Há muitas histórias envolvendo os recém-casados, e não é fácil juntar suas vidas, especialmente quando temos uma criança envolvida na história e há um monte de complicações em torno disto.

 Deadline: Como será a mudança do título? Virgin’ será  cortado daqui para frente?

Urman: Agora eu estou planejando colocar uma linha sobre ele. Futuramente, o título evoluirá e será trocado para refletir os desenvolvimentos no episódio em questão particular, como por exemplo, Jane, que começou uma oportunidade nova grande do trabalho. (Jane poderá ter um novo emprego ao longo desta temporada, e podemos finalmente dar adeus aos seus dias de garçonete).  Este seriado mostra que é muito mais do que uma comédia sobre uma virgem, é sobre o personagem de Jane e sua jornada.

Deadline: Por que você decidiu usar animação para as cenas de sexo?

Urman: Queríamos fazer algo com um realismo mágico, uma das coisas que fazem o show particularmente específicos. Nós não estamos competindo com a HBO ou Netflix e não vamos mostrar a verdadeira fisicalidade do sexo. Eu queria que Jane tivesse um momento particular e que fosse mais sobre o sentimento, e quais eram suas expectativas.

 

Via: Deadline.com

12
October
2016

Com o lançamento do seu novo filme, Deepwater Horizon, Gina Rodriguez está no caminho para ser uma estrela global – e ela está levando a comunidade latina junto com ela nessa jornada.

Quando alguém sugeriu que mudássemos a trilha sonora durante a sua sessão de fotos, ela pareceu não gostar muito, “Não, essa é a minha trilha sonora.” Deu pra notar que o que ela realmente quis dizer foi: Vai em frente, mude a música e veja o que acontece!

É um contraste e tanto com a sua personagem em Jane the Virgin, papel que a garantiu um Globo de Ouro em 2015. Nas primeiras duas temporadas da popular série do canal CW, o público conheceu e se apaixonou por Jane Villanueva, a animada latina de 20 e pouco anos, que vive de maneira descontraída, sem esquecer dos seus valores morais, e até decidiu manter a gravidez após ter sido inseminada artificialmente, por acidente, sem deixar de resguardar a sua virgindade até o casamento. (SPOILER: Os produtores revelaram que Jane finalmente perderá a sua virgindade durante a próxima temporada da série).

Juntamente com as suas colegas de elenco, as latinas Andrea Navedo (a mãe da Jane) e Ivonne Coll (avó da Jane), a porto-riquenha nascida em Chicago cativou o público latino e não-latino, graças à sua atuação e ao roteiro da série, que conquistou a todos com os diálogos inteligentes e sinceros, além da maneira direta com que o elenco trata de assuntos difíceis, problemas da vida real – desde imigração até aborto e preconceito contra idosos.

Se a série mostra as raízes multiculturais dos Estados Unidos, então, a Afro-Latina, meio-Judia, graduada na NYU, se tornou um destaque no quesito diversidade. É um papel que Rodriguez lida com graciosidade nas redes sociais, em especial no Instagram. Suas hashtags surgiram em um momento de inquietação em casa, ela diz. “Eu falei para o meu pai, ‘Pai, eu tenho que fazer alguma coisa para ajudar. As pessoas não estão mais exaltando as outras. Tem muita negatividade.’ E ele disse, ‘Então, por quê você não usa aquela coisa de rede social.’ E eu pensei, ‘Exatamente!’”.

Quando nos sentamos com Rodriguez, encontramos uma atriz curiosa e preocupada com tudo, desde cyberbullying até o desenvolvimento de si mesma como uma artista que interpreta papeis de destaque em dois lançamentos – Deepwater Horizon, um filme repleto de grandes atores e atrizes que estreou no dia 30 de Setembro, e Annibilation, uma aventura de ficção científica com estreia prevista para 2017 e que ainda tem no elenco Oscar Isaac, Natalie Portman e Jennifer Jason Leigh. Em ambos os filmes, Rodriguez interpreta o tipo de mulher destemida que aspira ser na sua própria vida e para todos nós.

Você tem dado muita atenção à questões de identidade cultural – ser Latina e Americana ao mesmo tempo. Como você balanceia isso?

Eu amo poder representar ambas as culturas. Eu fui sortuda o suficiente por nascer nas duas. Eu como hambúrgueres e cachorros-quentes. Eu como arroz porto-riquenho com ervilhas-de-pombo. Minha avó fala Espanhol, meus professores Inglês. É um privilégio que eu tenho.

Agora você está se utilizando desse privilégio nas telonas. Como foi filmar seu primeiro grande filme, Deepwater Horizon, sobre a explosão gigantesca da plataforma de petróleo de 2010?

Peter Berg é um gênio. Mark Wahlberg é incrível. John Malkovich, Kurt Russell, Kate Hudson – eu aprendi tanto com essas pessoas, esse elenco, essa família.

Me ofereceram muitos filmes depois do Globo de Ouro – Jane abriu tantas portas – e quando o roteiro de Deepwater Horizon apareceu no meu iPad, eu pensei “esse é o filme que eu vou lutar para fazer.” Esse é o que eu quero fazer.

Você lutou pelo papel? Contra quem?

Eu interpretei Andrea Fleytas, uma heroína da vida real, latina nascida na Califórnia, e eu acho que seria devastador se ela não tivesse sido interpretada por uma latina. Não precisava ser eu. Eu disse ao Peter, “Se não for eu, pode ser a Natalie Martinez. Pode ser a Melonie Diaz, Génesis Rodriguez, Stephanie Beatriz, Melissa Fumero. Poderia ser qualquer latina arrasando nesse papel.”

Como foi trabalhar com Mark Wahlberg? Ele entendeu os seus desafios como latina e como mulher?

Nós nunca conversamos sobre cor, etnia ou cultura, mas conversamos sobre desafios. Uma coisa que eu acho extremamente inspiradora no Mark, é que ele não quer fazer isso sozinho. Ele quer ajudar todo mundo ao seu redor, exaltar a todos. Mark entende que ele chegou onde está agora, porque muitas pessoas o ajudaram no caminho, inclusive ele mesmo. Ele me entendeu. Ele entendeu a ideia de que eu enfrentei muitas coisas difíceis. Não apenas como latina, não apenas como uma protagonista cheia de curvas, mas como mulher. Foi difícil para alguém que veio da periferia. Ele entende de dificuldade, e ele consegue enxergar isso nas outras pessoas. Ele, definitivamente, me apoiou muito. Ele sabe como gerenciar os seus negócios, seu império, e ainda assim se preservar. Ele acorda, reza e agradece. Ele é grato e valoriza as suas conquistas, e ele se doa. Ele ocupa essa posição, não apenas por conta do seu esforço, mas também pelo seu coração. Eu percebo isso, porque me reconheço nele.

Recentemente entrevistamos Diane Guerrero de Orange is the New Black, e comentamos que parece que os latinos estão se ajudando profissionalmente em Hollywood e além. Você percebe isso?

Nós, definitivamente, estamos nos ajudando. Uma coisa que eu amo na cultura judaica é o efeito formigueiro. Toda formiga leva comida ao formigueiro e todo mundo come. Infelizmente, a nossa cultura tem vivido o efeito caranguejo em cativeiro. Estamos com tanto medo de não ter espaço para todos que acabamos tendo que lutar para chegar ao topo. Não precisamos disso. Tem espaço para todos nós. Nós somos mais fortes juntos. Como latinos, colocamos Barack na presidência. Poderíamos fazer a mesma coisa para assegurar que Donald Trump não ganhe a eleição. Nós somos fortes assim.

Como foi trabalhar com o diretor Alex Garland e o elenco de Annihilation?

Alex Garland é absolutamente brilhante. Você pode ler todos os livros dele e ainda pensar “Esse homem pode criar qualquer tipo de mundo do nada.” Annihilation é baseado em um livro de ficção científica de Jeff VanderMeer e Alex o adaptou para as telonas. Oscar Isaac interpreta o marido de Natalie Portman. Eu amo tanto o Oscar. Ele é tão encorajador e tão amável, solidário. O filme é sobre cinco mulheres que estão em uma expedição em direção à um local chamado de Área X, para tentar conter uma contaminação que está começando a destruir o mundo. Nós temos armas e estamos fazendo façanhas bem extremas, tem um roteiro incrível. Eu interpreto Anya Thorensen, uma paramédica lésbica de Chicago, ex-viciada, que embarca nessa aventura para tentar ser a heroína que ela meio que sempre sonhou em ser.

E você raspou o cabelo para o filme!

Eu acho que combina com a ideia de ser a sua própria heroína e não sentir que precisa atingir as expectativas de outras pessoas. Eu não sou a minha beleza. Eu não sou o meu cabelo, e ser uma atriz é se transformar. Representar uma comunidade é se comprometer, dar o sangue. Então, se vou representar latinos na indústria e na arte, eu vou representar meus priminhos de Chicago, eles vão saber que eu dei tudo de mim. De quem temos medo? Do que temos medo? A pior coisa que pode nos acontecer é a morte. O resto conseguimos lidar.

Você é a líder de uma nova geração de atrizes latinas que orgulhosamente representam as suas raízes. Você se vê assim?

Um líder forte é aquele que cria outros líderes. Então, se estou encorajando outras jovens a assumirem o controle de suas vidas, a espalharem gentileza, então estou fazendo o trabalho que Deus me colocou aqui para fazer. Todo o esforço que fazemos na indústria, todo projeto que eu desenvolvo, vai ser para impulsionar as mulheres. Não apenas as mulheres de cor, mas todas as mulheres e homens. Um não existe sem o outro. Eu vou continuar com a cabeça erguida, tentando fazer o melhor trabalho possível, nunca deixando a fama subir para a cabeça, apenas vou continuar tentando.

Adicionamos, à nossa galeria de imagens, o Photoshoot da Gina para a capa da revista Latina. Confira clicando no link abaixo:

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                   latina_001.jpg  latina_002.jpg  latina_003.jpg  latina_007.jpg

Via: Latina

15
August
2016

Recentemente Gina Rodriguez conversou com a Parade.com e em entrevista revelou que não sabe muitos detalhes sobre a 3ª temporada, e o que sabe é top secret. “O pouco que eu sei, eu honestamente acho que eles iriam me demitir e conseguir alguém para interpretar Jane se eu te dissesse!” Gina também falou sobre a conexão com seus fãs, sua melhor amiga em Jane The Virgem, e, se ela é Team Michael ou Team Rafael! Confira a tradução abaixo:

Você Tem muitos fãs que amam se conectar com você no Twitter e no Instagram. Quem faria você ficar mais animada em ver te seguindo nas redes sociais?

Recentemente eu descobri que Chance, o rapper me seguiu no Instagram e no Twitter, e ele é um grande fã de Jane The Virgin. E eu quase perdi isso. Quero dizer, eu conheci ele no EPSYs e ele disse “Yeah, eu sei quem você é, eu pedi para me sentar perto de você”. Eu morri várias vezes e depois ressuscitei. Eu amo as musicas dele. Eu acho ele um rapper socialmente consciente. Ele fala sobre o que está acontecendo na sociedade hoje. Ele vai no ponto certo, sem mencionar que ele é muito talentoso. E eu acho que é muito poderoso usar sua arte para fazer as coisas mudarem.

Por que você é uma fã da campanha da Verizon “Bienvenido a lo Mejor”?

Eu realmente amo que a Verizon, uma empresa dessa magnitude, está realmente criando algum contato humano e conexões. Eu acho que realmente vai mudar a maneira que algumas pessoas irem atrás de seu sonho. E ele só tem um efeito cascata. Essa pessoa, em seguida, apaga-se e compartilha essa informação com a próxima pessoa e é apenas, você sabe, um efeito dominó. Toda a gente se inspira.

Depois do final da temporada passada os fãs mal podem esperar para a próxima temporada. Você pode nós adiantar algo sobre ela? 
O que eu posso dizer é que vai ser muito bom, e muito, muito forte. Vai ter muito crescimento, e muito crescimento para todos os personagens. E você sabe, que na foma da Jane será uma montanha-russa!

Você é TeamMichael ou TeamRafael?
Depende do que está acontecendo no momento. Atualmente eu sou muito TeamMichael. Sim, eu sou. Quero dizer, eu sou casada com ele. Ele é meu marido!

Tem muitas linhas maravilhosas em Jane, como as hashtags hilarias do Rogelio. Vocês sempre riem durante as filmagens? 
Sempre. Jaime Camil é meu melhor amigo da série. Ele é como meu pai, meu irmão. Nós fazemos vídeos de musica juntos, post no Instagram juntos, e também dubsmash. Meu tempo com o Jaime no set é o meu tempo favorito, e ponto. E eu acho que a minha frase favorita dita por ele é: “Eu acredito em você quase tanto quanto eu acredito em mim mesmo.”

Clássico Rogelio! Então, aparentemente você sai com seus colegas de trabalho? 
Oh sim, quero dizer, estou tão triste que eu não posso estar com Jaime agora em Nova York e vê-lo na Broadway. Mas nós enviamos a ele um monte de balões para seu aniversário, e eu recebi uma foto muito fofa dele que me fez sentir saudades dele ainda mais.

Parece que vamos estar vendo um lado bem diferente de você em seu próximo filme, Deepwater Horizon. O que a atraiu para este projeto?

Eu sempre quis contar histórias da vida real … O vazamento de petróleo no Golfo do México foi uma catástrofe tão trágica na história dos EUA, e eu me lembro tão vividamente. As imagens do derramamento de óleo na água, que a imagem do pato coberto de óleo, você sabe, aqueles que foram enraizados em minha mente, e os efeitos ambientais do derramamento de óleo. Mas nós nunca falamos das pessoas que estavam na plataforma de petróleo durante a explosão. Nós nunca soubemos sua história, nunca soubemos sua experiência, nunca comemoramos as vidas que foram perdidas. E quando Deepwater Horizon veio através de minha mesa … Eu era capaz de ler esta bela história sincera, emocionante da vida real. É através dos olhos de Mike Williams, que era o supervisor da mecânica na plataforma de petróleo no momento.

Eu interpreto Andrea Fleytas, uma das únicas mulheres na plataforma de petróleo durante a explosão. Ela era uma Latina de San Diego. Por isso, foi muito importante ter a comunidade latina nessa conversa que foi um acontecimento histórico na história dos EUA. Então, aquelas eram todas as coisas que praticamente me atrairam para ele. Sem mencionar Peter Berg e Mark Wahlberg e John Malkovich e Kate Hudson—havia apenas um monte de belos artistas que estiveram envolvidos neste projeto e que querem dar o seu coração e seu tudo.

 Via: Parade

15
June
2016

Confira o vídeo legendado publicado pela página oficial de Jane The Virgin onde Gina responde algumas perguntas dos fãs:

29
May
2016

Via: backstage

Gina Rodriguez visitou o New York City’s SVA Theatre no dia 19 de maio para o seu painel no SAG-AFTRA Foundation. Rodriguez foi sincera sobre sua jornada para o sucesso.

Ela disse ao público de atores “Eles dizem que você é um mestre depois de 10 anos? Eu digo dar-lhes a vida! Você nunca sabe quando a sua história vai estar pronta para ser contada, e mais importante, quando você estará pronto para contar essa história”.

Refletindo sobre “Jane The Virgin”, ela admitiu ter chorado na mesa de leitura para a chocante season finale e falou sobre imediatamente ser agarradA pela escrita de Jennie Snyder Urman.

Quando perguntadA se Jane influencia a forma como ela se aproxima de novos papéis, Rodriguez creditou os dois elementos do show drama e comedia que permitem a ela se sentir confortável em qualquer espaço.  Além de “Annihilation” outros dramas da atriz que estão vindo incluem”Deepwater Horizon” e “Sticky Notes”, estrelado por Ray Liotta e Rose Leslie. Em seus quatro meses ausentes filmando “Deepwater Horizon”, Rodriguez recordou, que um companheiro de apartamento acidentalmente quebrou sua estátua Globo de Ouro! Mas ela permaneceu alegre, alegremente brincando sobre não se preocupar com o item em si: “É sobre a memória!”.

A atriz também discutiu seu tempo estudando teatro na NYU Tisch School of the Arts. Enquanto estava lá, ela foi diagnosticada com hipoatividade da tireóide aos 19 “Achei que era amaldiçoada”, disse ela antes de acrescentar que não se considerava um tipo ingenue por muitos anos. Levou praticando auto amor e concentrando-se em seu ofício de mudar essa noção. Ela incentivou jovens atores que “largar a faca” em vez de figurativamente ligá-lo eles mesmos. “Ame-se primeiramente, mama”, enfatizou.

Além disso, falando sobre o que o público pode esperar para a 3 terceira temporada de “Jane The Virgin”, Gina insinuou o desejo de Urman de aprofundar temas da maternidade e os direitos das mulheres. O show já havia abordado questões de imigração e como é ser de segunda e terceira geração de americanos — Urman não se coíbe de trazer temas polêmicos para ela sua ‘dramédia’ de horário nobre. Ao falar sobre o porquê ela pensou que a indústria do entretenimento precisava desse show e de uma personagem como Jane, Rodriguez respondeu: “[Para mim, era sobre] mudar a face do que eu costumava ver quando eu era criança, e mudar a ideia de o que significa ser uma mulher em 2016, e mudar a ideia do que significa ser Latina e multicultural e multilíngue”.

24
April
2016

Em uma entrevista para a revista Latina a atriz Jenna Ortega que atuou em Jane The Virgin interpretando a versão mais jovem de Jane falou sobre como foi trabalhar na série e sua admiração por Gina Rodriguez .
Confira a tradução das partes em que Gina e Jane The Virgin foram citadas:

Como foi trabalhar em Jane The Virgin com a Gina Rodriguez? Alguma história engraçada do set?
Trabalhar em Jane foi muito legal! Gina é maravilhosa, então eu me senti honrada em interpretar uma versão mais jovem dela. Meus dias favoritos eram os da mesa de leitura porque todo mundo estava lá. O roteiro era tão engraçado, nos queriamo passar um tempo rindo porque era engraçado demais para não fazer isso. Em uma de minhas memórias mais engraçadas eu estava com Jaime Camil. Ele é um comediante o tempo todo. Ele me perguntou se eu gostava de ir para a Disneylândia e eu disse que era ok. Ele começou a cantar com sua voz de ópera dizendo que a sua Disneyland era melhor do que a minha e que ele ia me levar um dia para provar isso.

Quais são os atores que você admira e por que?
Eu admiro a Gina Rodriguez, porque, como eu, ela não tinha uma conexão com o negócio. Nós somos ambas Latinas que não tinham dinheiro e nem um caminho fácil para entrar nisso. Ela fala abertamente sobre os desafios de ser uma atriz Latina e como atores Latinos não estão sendo representados na tela do jeito que deveria ser. Ela provou que o trabalho duro compensa e eu admiro isso.

13
February
2016

A edição de Março da revista InStyle contém uma entrevista de Gina Rodriguez. Confira abaixo a tradução, Gina fala sobre ser um início tardio, falsas realidades, como é estar sendo “um bebê caramelo de Chicago” e diz “Levou muito tempo para que eu me sentisse confortável com a mulher que eu sou”.

InStyle: Você falou sobre abraçar sua herança porto-riquenha. Como a sua educação te ajudou a apreciar a beleza interior?

Gina: Eu sou um bebê caramelo de Chicago com os pais de língua espanhola. Crescendo, eu não estava cercado por um monte de ícones da cultura pop que se pareciam comigo, então tudo que eu aprendi sobre autoaceitação veio da minha família. Eles se recusavam em deixar opiniões de alguém definir quem eles eram. Eles me ensinaram que, quando as pessoas dizem algo negativo sobre você, normalmente é um reflexo de como eles se sentem sobre si mesmos.

InStyle: Você está escrevendo um livro sobre o que aprendeu com o seu pai, chamado “I Can and I Will: Ferramentas Meu pai me deu”. Por que você quer compartilhar a sua história?

Gina: Meu pai e minha mãe me disseram que eu não deveria deixar as emoções dolorosas limitar meus sonhos. O poder positivo do “I Can” e “I Will” (“Eu posso” e “Eu vou”) deve ser passado para crianças na escola também. Eu poderia ter sido presidente dos Estados Unidos aos 21 anos, se esses princípios tivessem sido fixados mais cedo.

InStyle: Com o que você lutou mais quando era adolescente?

Gina: Vamos apenas dizer que a pequena Gina foi um início tardio. Eu fui rasgada em pedaços por recursos fora do meu controle. Eu não menstruei até os 16 anos, e não tinha peitos. Eu também tinha uma bunda grande e as crianças me zoavam por isso. Agora é algo cobiçado — mulheres estão fazendo 7.000 agachamentos por dia para terem uma bunda como a minha, quando eu tinha onze anos fui zoada por isso fazendo com que eu não me sentisse bonita.

InStyle: Como isso afetou você?

Gina: Lembro-me que eu estava sempre muito confusa com as imagens que estavam me bombardeando da minha cultura e da cultura pop. O que é belo e o que não é? O que é forte e o que não é? O que é certo e o que é errado? Todas essas coisas baseados fora de julgamento são verdades universais. Porque nós decidimos isso. Da mesma forma que podemos decidir que ter vergonha do seu corpo é OK, também decidimos que não é. Podemos decidir que não há limite para a beleza, e não há limites de oportunidades baseadas em onde você nasceu, de qual cultura você é ou religião em qual foi criada. Esta é a pele em que estou. Mas levei tanto tempo para me sentir confortável com a mulher que eu sou.

InStyle: Existe uma insegurança você ainda está trabalhando para superar como um adulto?

Gina: Hoje eu luto com os mesmos tipos de falsas realidades. Não é como se eu fosse inquebrável. Eu sou quebrável. Mas agora eu possuo a capacidade de todos os dias fazer uma escolha. Eu estou na TV, então quando me vejo na tela e noto algo que não faz jus, é difícil não ir para um lugar muito crítico. Eu tenho a doença de Hashimoto, que afeta a minha tireóide. Eu sempre me lembro que está tudo bem se eu estou um pouco mais “pesada” este mês porque meus hormônios estão em fluxo ou porque a minha medicação mudou.

InStyle: Você acha que Hollywood perpetua a idéia de que as mulheres precisam ser de uma determinada maneira?

Gina: Definitivamente, existem momentos em que a indústria sugere que você pode não ser bonita o suficiente, magra o suficiente, ou ter o tom certo pele para desempenhar funções específicas. Eu não estou preocupada sobre como os adultos, que já devem ter um forte senso de auto, interpretam isso. Estou preocupada com o que dizer para as crianças que ainda estão tentando descobrir como navegar na sociedade. Uma das razões pela qual eu amo interpretar a Jane é que ela é edificante e positiva. Isso é o que a faz ser foda. Quero que sua história seja ouvida por jovens gerações.

InStyle: Se você pudesse enviar uma mensagem para as meninas em todos os lugares, o que poderia ser?

Gina: Não se apegue em falsas realidades. Não importa se 50 ou 5.000 pessoas se parecem com a imagem que você postou. Em vez disso, mantenha-se responsável por ser gentil com os outros. Compartilhando suas bênçãos para ajudar a abrir espaço para mais pessoas.

 

 

 

 

 

04
February
2016

Nessa entrevista Gina fala mais sobre sua vida pessoal em relação a auto-confiança, como seus pais lhe ajudaram a tornar a pessoa que é hoje e sobre a linha de lingerie Naja, na qual ela é co-fundadora. Confira a tradução completa da entrevista:

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03
February
2016

Veja a entrevista que Gina Rodriguez deu ao site Motto. Ela fala mais um pouco sobre seu lema  I can and I will (Eu posso e eu vou) e sobre o livro de auto-ajuda que ela está escrevendo. Para conferir a tradução completa da entrevista, continue lendo.

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