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Gina Alexis Rodriguez é uma atriz americana de origem Porto-riquenha que tornou-se mais conhecida por seus papéis como Majo Tenorio no filme drama-musical Filly Brown e como Jane Villanueva na CW série de comédia-drama Jane the Virgin.

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09
September
2017

E não é a única série focada na imigração que ela tem nos trabalhos!

Gina Rodriguez está trazendo duas séries focadas na imigração para a televisão e seu timing não poderia ser melhor.

A estrela “Jane the Virgin” vendeu recentemente a série “Illegal” e “Have Mercy”, que se concentrará em histórias de imigrantes latinos, de acordo com Deadline. A notícia vem poucos dias depois que a administração Trump decidiu encerrar o programa que protege os jovens imigrantes indocumentados da deportação.

O “Illegal” será desenvolvido pela CW e espera-se que seja um drama de uma hora que segue a vida de um estudante de ensino médio promissor de 16 anos, cujo mundo é virado de cabeça para baixo quando descobre que ele, como seus pais, é indocumentado . A série será escrita e co-executiva produzida por Rafael Agustín, cujas experiências da vida real servem de inspiração para o show.

Segundo a Variety, “Have Mercy” é um drama sobre uma médica Latina que é incapaz de praticar a medicina, uma vez que ela emigra para Miami. A protagonista torna-se assistente de uma enfermeira, mas põe em risco tudo quando ela abre uma clínica em seu apartamento para servir sua comunidade.

Ambas as séries e uma adaptação próxima de “LA Story” de 1991 estão sendo desenvolvidas sob o acordo geral Rodriguez e sua produtora, I Can & I Will, assinaram com os estúdios de TV da CBS em janeiro.

Tradução e Adaptação:

Equipe Gina Rodriguez Brasil

 

Via: Huffpost

12
October
2016

Com o lançamento do seu novo filme, Deepwater Horizon, Gina Rodriguez está no caminho para ser uma estrela global – e ela está levando a comunidade latina junto com ela nessa jornada.

Quando alguém sugeriu que mudássemos a trilha sonora durante a sua sessão de fotos, ela pareceu não gostar muito, “Não, essa é a minha trilha sonora.” Deu pra notar que o que ela realmente quis dizer foi: Vai em frente, mude a música e veja o que acontece!

É um contraste e tanto com a sua personagem em Jane the Virgin, papel que a garantiu um Globo de Ouro em 2015. Nas primeiras duas temporadas da popular série do canal CW, o público conheceu e se apaixonou por Jane Villanueva, a animada latina de 20 e pouco anos, que vive de maneira descontraída, sem esquecer dos seus valores morais, e até decidiu manter a gravidez após ter sido inseminada artificialmente, por acidente, sem deixar de resguardar a sua virgindade até o casamento. (SPOILER: Os produtores revelaram que Jane finalmente perderá a sua virgindade durante a próxima temporada da série).

Juntamente com as suas colegas de elenco, as latinas Andrea Navedo (a mãe da Jane) e Ivonne Coll (avó da Jane), a porto-riquenha nascida em Chicago cativou o público latino e não-latino, graças à sua atuação e ao roteiro da série, que conquistou a todos com os diálogos inteligentes e sinceros, além da maneira direta com que o elenco trata de assuntos difíceis, problemas da vida real – desde imigração até aborto e preconceito contra idosos.

Se a série mostra as raízes multiculturais dos Estados Unidos, então, a Afro-Latina, meio-Judia, graduada na NYU, se tornou um destaque no quesito diversidade. É um papel que Rodriguez lida com graciosidade nas redes sociais, em especial no Instagram. Suas hashtags surgiram em um momento de inquietação em casa, ela diz. “Eu falei para o meu pai, ‘Pai, eu tenho que fazer alguma coisa para ajudar. As pessoas não estão mais exaltando as outras. Tem muita negatividade.’ E ele disse, ‘Então, por quê você não usa aquela coisa de rede social.’ E eu pensei, ‘Exatamente!’”.

Quando nos sentamos com Rodriguez, encontramos uma atriz curiosa e preocupada com tudo, desde cyberbullying até o desenvolvimento de si mesma como uma artista que interpreta papeis de destaque em dois lançamentos – Deepwater Horizon, um filme repleto de grandes atores e atrizes que estreou no dia 30 de Setembro, e Annibilation, uma aventura de ficção científica com estreia prevista para 2017 e que ainda tem no elenco Oscar Isaac, Natalie Portman e Jennifer Jason Leigh. Em ambos os filmes, Rodriguez interpreta o tipo de mulher destemida que aspira ser na sua própria vida e para todos nós.

Você tem dado muita atenção à questões de identidade cultural – ser Latina e Americana ao mesmo tempo. Como você balanceia isso?

Eu amo poder representar ambas as culturas. Eu fui sortuda o suficiente por nascer nas duas. Eu como hambúrgueres e cachorros-quentes. Eu como arroz porto-riquenho com ervilhas-de-pombo. Minha avó fala Espanhol, meus professores Inglês. É um privilégio que eu tenho.

Agora você está se utilizando desse privilégio nas telonas. Como foi filmar seu primeiro grande filme, Deepwater Horizon, sobre a explosão gigantesca da plataforma de petróleo de 2010?

Peter Berg é um gênio. Mark Wahlberg é incrível. John Malkovich, Kurt Russell, Kate Hudson – eu aprendi tanto com essas pessoas, esse elenco, essa família.

Me ofereceram muitos filmes depois do Globo de Ouro – Jane abriu tantas portas – e quando o roteiro de Deepwater Horizon apareceu no meu iPad, eu pensei “esse é o filme que eu vou lutar para fazer.” Esse é o que eu quero fazer.

Você lutou pelo papel? Contra quem?

Eu interpretei Andrea Fleytas, uma heroína da vida real, latina nascida na Califórnia, e eu acho que seria devastador se ela não tivesse sido interpretada por uma latina. Não precisava ser eu. Eu disse ao Peter, “Se não for eu, pode ser a Natalie Martinez. Pode ser a Melonie Diaz, Génesis Rodriguez, Stephanie Beatriz, Melissa Fumero. Poderia ser qualquer latina arrasando nesse papel.”

Como foi trabalhar com Mark Wahlberg? Ele entendeu os seus desafios como latina e como mulher?

Nós nunca conversamos sobre cor, etnia ou cultura, mas conversamos sobre desafios. Uma coisa que eu acho extremamente inspiradora no Mark, é que ele não quer fazer isso sozinho. Ele quer ajudar todo mundo ao seu redor, exaltar a todos. Mark entende que ele chegou onde está agora, porque muitas pessoas o ajudaram no caminho, inclusive ele mesmo. Ele me entendeu. Ele entendeu a ideia de que eu enfrentei muitas coisas difíceis. Não apenas como latina, não apenas como uma protagonista cheia de curvas, mas como mulher. Foi difícil para alguém que veio da periferia. Ele entende de dificuldade, e ele consegue enxergar isso nas outras pessoas. Ele, definitivamente, me apoiou muito. Ele sabe como gerenciar os seus negócios, seu império, e ainda assim se preservar. Ele acorda, reza e agradece. Ele é grato e valoriza as suas conquistas, e ele se doa. Ele ocupa essa posição, não apenas por conta do seu esforço, mas também pelo seu coração. Eu percebo isso, porque me reconheço nele.

Recentemente entrevistamos Diane Guerrero de Orange is the New Black, e comentamos que parece que os latinos estão se ajudando profissionalmente em Hollywood e além. Você percebe isso?

Nós, definitivamente, estamos nos ajudando. Uma coisa que eu amo na cultura judaica é o efeito formigueiro. Toda formiga leva comida ao formigueiro e todo mundo come. Infelizmente, a nossa cultura tem vivido o efeito caranguejo em cativeiro. Estamos com tanto medo de não ter espaço para todos que acabamos tendo que lutar para chegar ao topo. Não precisamos disso. Tem espaço para todos nós. Nós somos mais fortes juntos. Como latinos, colocamos Barack na presidência. Poderíamos fazer a mesma coisa para assegurar que Donald Trump não ganhe a eleição. Nós somos fortes assim.

Como foi trabalhar com o diretor Alex Garland e o elenco de Annihilation?

Alex Garland é absolutamente brilhante. Você pode ler todos os livros dele e ainda pensar “Esse homem pode criar qualquer tipo de mundo do nada.” Annihilation é baseado em um livro de ficção científica de Jeff VanderMeer e Alex o adaptou para as telonas. Oscar Isaac interpreta o marido de Natalie Portman. Eu amo tanto o Oscar. Ele é tão encorajador e tão amável, solidário. O filme é sobre cinco mulheres que estão em uma expedição em direção à um local chamado de Área X, para tentar conter uma contaminação que está começando a destruir o mundo. Nós temos armas e estamos fazendo façanhas bem extremas, tem um roteiro incrível. Eu interpreto Anya Thorensen, uma paramédica lésbica de Chicago, ex-viciada, que embarca nessa aventura para tentar ser a heroína que ela meio que sempre sonhou em ser.

E você raspou o cabelo para o filme!

Eu acho que combina com a ideia de ser a sua própria heroína e não sentir que precisa atingir as expectativas de outras pessoas. Eu não sou a minha beleza. Eu não sou o meu cabelo, e ser uma atriz é se transformar. Representar uma comunidade é se comprometer, dar o sangue. Então, se vou representar latinos na indústria e na arte, eu vou representar meus priminhos de Chicago, eles vão saber que eu dei tudo de mim. De quem temos medo? Do que temos medo? A pior coisa que pode nos acontecer é a morte. O resto conseguimos lidar.

Você é a líder de uma nova geração de atrizes latinas que orgulhosamente representam as suas raízes. Você se vê assim?

Um líder forte é aquele que cria outros líderes. Então, se estou encorajando outras jovens a assumirem o controle de suas vidas, a espalharem gentileza, então estou fazendo o trabalho que Deus me colocou aqui para fazer. Todo o esforço que fazemos na indústria, todo projeto que eu desenvolvo, vai ser para impulsionar as mulheres. Não apenas as mulheres de cor, mas todas as mulheres e homens. Um não existe sem o outro. Eu vou continuar com a cabeça erguida, tentando fazer o melhor trabalho possível, nunca deixando a fama subir para a cabeça, apenas vou continuar tentando.

Adicionamos, à nossa galeria de imagens, o Photoshoot da Gina para a capa da revista Latina. Confira clicando no link abaixo:

Inicio > Photoshoots & Portraits Sessions > 2016 > LATINA

                   latina_001.jpg  latina_002.jpg  latina_003.jpg  latina_007.jpg

Via: Latina

01
July
2016

Adicionamos a galeria as imagens dos Photoshoots da Gina de 2014 à 2016. Confira clicando nos links abaixo:

Inicio > Photoshoots & Portraits Sessions > 2014

009  007  008  002

Inicio > Photoshoots & Portraits Sessions > 2015

11  6  004  2

Inicio > Photoshoots & Portraits Sessions > 2016

3-2  5-3  02-3  01-4

15
June
2016

Confira o vídeo legendado publicado pela página oficial de Jane The Virgin onde Gina responde algumas perguntas dos fãs:

25
May
2016

Ontem (24),  foi revelada a primeira onda de indicados ao Teen Choice Awards 2016, Gina Rodriguez está concorrendo juntamente com Jane the Virgin. A votação pelo site não está liberada no Brasil, portanto é necessário usar a extensão do Google chamado ‘ZenMate’ para mudar o endereço de IP do seu computador. Caso não queira ter o trabalho de mudar o IP, você pode votar pelo twitter/facebook/instagram, os são válidos internacionalmente.

Para votar use em suas redes sociais:

My #ChoiceComedyTVActress is @HereIsGina

My #ChoiceComedyTVShow is @CWJaneTheVirgin

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24
April
2016

Em uma entrevista para a revista Latina a atriz Jenna Ortega que atuou em Jane The Virgin interpretando a versão mais jovem de Jane falou sobre como foi trabalhar na série e sua admiração por Gina Rodriguez .
Confira a tradução das partes em que Gina e Jane The Virgin foram citadas:

Como foi trabalhar em Jane The Virgin com a Gina Rodriguez? Alguma história engraçada do set?
Trabalhar em Jane foi muito legal! Gina é maravilhosa, então eu me senti honrada em interpretar uma versão mais jovem dela. Meus dias favoritos eram os da mesa de leitura porque todo mundo estava lá. O roteiro era tão engraçado, nos queriamo passar um tempo rindo porque era engraçado demais para não fazer isso. Em uma de minhas memórias mais engraçadas eu estava com Jaime Camil. Ele é um comediante o tempo todo. Ele me perguntou se eu gostava de ir para a Disneylândia e eu disse que era ok. Ele começou a cantar com sua voz de ópera dizendo que a sua Disneyland era melhor do que a minha e que ele ia me levar um dia para provar isso.

Quais são os atores que você admira e por que?
Eu admiro a Gina Rodriguez, porque, como eu, ela não tinha uma conexão com o negócio. Nós somos ambas Latinas que não tinham dinheiro e nem um caminho fácil para entrar nisso. Ela fala abertamente sobre os desafios de ser uma atriz Latina e como atores Latinos não estão sendo representados na tela do jeito que deveria ser. Ela provou que o trabalho duro compensa e eu admiro isso.